The Times UK faz seu review do “CAMILA”

04 jan 2018

O site britânico The Times postou na noite de hoje (4) seu review do “Camila”, onde deu 4 de 5 estrelas para o mesmo. Confira a matéria traduzida abaixo:

Havana de Camila Cabello apareceu, do nada, em setembro e fez da cantora cubana mexicana de 20 anos uma estrela. Com uma melodia baixa e um quente humor latino, a música evoca bons tempos coberta de melodia e um sentimento de perda, em maneiras que é apenas uma composição sobre sentimentos se você pertence a Havana enquanto gosta de um menino de Atlanta. Barack Obama incluiu a faixa em suas favoritas de 2017. Agora o álbum solo de Cabello vai ser lançado, e assim como o hit que fez seu nome, é bastante inesperado.

Cabello vem de uma pedigree de puro pop. Se mudando com sua família de Havana para o México e para Miami em sua infância, em 2012 ela fez audição para o The X Factor USA e acabou no Fifth Harmony, um desses grupos de canto que o show monta para colocar juntos vários competidores que eles não sabem o que fazer.

Cabello deixou o grupo no fim de 2016 em meio a acusações de inveja, mesmo que ela tenha dado tudo de si, a razão era: o grupo “não era a expressão máxima de mim individualmente”. Podemos assumir que um álbum self titled com uma foto dela na capa é a máxima expressão dela individualmente, e isso se torna charmoso, um pouco modesto e surpreendentemente refletindo o pop álbum que vamos dar as boas vindas em 2018.

Nesse ponto da carreira de Cabello você pode esperar que seu álbum será cheio de hits pop. Em vez disso, ela foi para o outro lado, virando a página do livro do Justin Bieber e usando guitarras acústicas e técnicas de produção escassas para enquadrar músicas sobre amor e longevidade. “Hesitação, conversas estranhas, expectativa,” ela canta pausadamente na balada no piano, Consequences, listando os efeitos colaterais de um término. Parece uma mistura entre Mariah Carey e Joni Mitchell, e é bastante amável.

Harmonias vocais tratadas nos dão um ar sonhador e desencarnado para All These Years, onde cabelo pergunta, “Ela te beija como eu te beijo?”, enquanto em Real Friends ela eleva o preço da ambição enquanto percebe que ela está rodeada de pessoas interessadas em seu status, não em seu caráter. “Eu acho que eu vou ficar essa noite, pular as conversas e os ‘Oh, estou bem’,” ela canta, mais para ela mesma do que para qualquer outro.

Os toques do pop latino que você espera da cantora de Havana, especialmente em Inside Out, enquanto Into It é o tipo de música sugestiva sobre sexo que todo álbum de uma estrela do pop jovem e bonita parece ser obrigada a colocar em um álbum, mesmo nesses dias onde o feminismo está em alta. Mas a surpresa aqui é o quão íntima e natural Cabello soa em seu álbum de estreia, e como ela teve sucesso fazendo um álbum que é pessoal sem ressoar as revelações de detalhes privados. É realmente a máxima expressão dela, individualmente.

Fonte: The Times UK
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

Comments

comments

COMENTÁRIOS