Daily Mail faz seu review do “CAMILA”

05 jan 2018

O site britânico Daily Mail postou recentemente seu review do “Camila”, onde disse que nossa cubana favorita pode ser a estrela mais brilhante do ano. Confira traduzido abaixo:

O primeiro grande lançamento pop de 2018 chegará na próxima semana quando a Cubana-Americana Camila Cabello, que rapidamente ascendeu, lançar seu álbum de estreia.

O álbum auto-intitulado veio acompanhado com um grande alarde, com o seu hit single Havana abrindo o caminho.

A música passou 5 semanas no número um em Novembro e Dezembro, sendo a mais longa música a ficar no topo das paradas do Reino Unido desde “Someone Like You’ da Adele, em 2011, e a primeira a passar 5 semanas consecutivas no topo desde de “I Kissed A Girl” da Katy Perry, 3 anos antes.

Havana foi inspirada pela formação da Latino-Americana de 20 anos – ela nasceu em Cuba e viveu na Cidade do México antes de sua família se estabelecer em Miami – e os sutis espinhos da música e os acordes de piano lânguidos estabelecem o tom para uma estréia dominada por melodias aconchegantes e mid-tempo, ao invés de uma batida pop dançante.

Havana não foi o único pop hit latino de 2017. Dois dos maiores – “Despacito” da dupla de Porto Rico Luis Fonsi e Daddy Yankee e “Reggaeton Lento” da boy band CNCO – receberam remixes em inglês de Justin Bieber e Little Mix, respectivamente, e Cabello está bem colocada para florescer se a tendência do crossover continuar.

Ela já fez parte do “Fifth Harmony”, um bem sucedido quinteto feminino que foi montado por Simon Cowell e Demi Lovato na versão americana do “The X Factor” em 2012, quando ela tinha apenas 15 anos (elas terminaram em terceiro lugar na competição.)

Ela deixou o grupo há um ano, expressando seu desejo de ‘abrir sua alma’ enquanto fala sobre se sentir desconfortável com tentativas de sexualizar demais o grupo, apesar disso ela continua na empresa de Simon Cowell.

Ela certamente superou esse amor de Fifth Harmony pela dança digital e retro R&B para um álbum supervisionado pelo DJ canadense e produtor Frank Dukes. “She Loves Control” é uma fusão de hip-hop e ritmos latinos, enquanto “Real Friends” apresenta toques jazzísticos e guitarra bossa nova.

“Into It”, co-escrito pelo Ryan Tedder, da OneRepublic, é um número de pop vibrante, embora seu tom sugestivo contradiz a suposta aversão de Camila ao jogo da gatinha sexy. “Eu vejo uma cama king size em um canto e deveríamos ir a fundo” ela diz. Talvez ela esteja super cansada.

Sua voz aveludada aparece em músicas mais lentas. A faixa de abertura “Never Be The Same” é uma balada sobre o vício romântico apoiado por zumbidos eletrônicos e um coro que é difícil de resistir. Ele é estragado apenas por seus vocais irritantes e com auto-tune.

“All These Years” examina os sentimentos persistentes de uma chama antiga enquanto “In The Dark” e “Consequences” são lamentos melancólicos, sendo a última notável pelo crédito de composição para a confiada e associada a Ed Sheeran, Amy Wadge e o domínio de Cabello de Mariah Carey, com notas altas que sublinham sua voz impressionante alcance vocal.

Com uma visita britânica para canalizar, ela já está se formando para ser a nova estrela mais brilhante do ano.

Fonte: Daily Mail UK
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

The Times UK faz seu review do “CAMILA”

04 jan 2018

O site britânico The Times postou na noite de hoje (4) seu review do “Camila”, onde deu 4 de 5 estrelas para o mesmo. Confira a matéria traduzida abaixo:

Havana de Camila Cabello apareceu, do nada, em setembro e fez da cantora cubana mexicana de 20 anos uma estrela. Com uma melodia baixa e um quente humor latino, a música evoca bons tempos coberta de melodia e um sentimento de perda, em maneiras que é apenas uma composição sobre sentimentos se você pertence a Havana enquanto gosta de um menino de Atlanta. Barack Obama incluiu a faixa em suas favoritas de 2017. Agora o álbum solo de Cabello vai ser lançado, e assim como o hit que fez seu nome, é bastante inesperado.

Cabello vem de uma pedigree de puro pop. Se mudando com sua família de Havana para o México e para Miami em sua infância, em 2012 ela fez audição para o The X Factor USA e acabou no Fifth Harmony, um desses grupos de canto que o show monta para colocar juntos vários competidores que eles não sabem o que fazer.

Cabello deixou o grupo no fim de 2016 em meio a acusações de inveja, mesmo que ela tenha dado tudo de si, a razão era: o grupo “não era a expressão máxima de mim individualmente”. Podemos assumir que um álbum self titled com uma foto dela na capa é a máxima expressão dela individualmente, e isso se torna charmoso, um pouco modesto e surpreendentemente refletindo o pop álbum que vamos dar as boas vindas em 2018.

Nesse ponto da carreira de Cabello você pode esperar que seu álbum será cheio de hits pop. Em vez disso, ela foi para o outro lado, virando a página do livro do Justin Bieber e usando guitarras acústicas e técnicas de produção escassas para enquadrar músicas sobre amor e longevidade. “Hesitação, conversas estranhas, expectativa,” ela canta pausadamente na balada no piano, Consequences, listando os efeitos colaterais de um término. Parece uma mistura entre Mariah Carey e Joni Mitchell, e é bastante amável.

Harmonias vocais tratadas nos dão um ar sonhador e desencarnado para All These Years, onde cabelo pergunta, “Ela te beija como eu te beijo?”, enquanto em Real Friends ela eleva o preço da ambição enquanto percebe que ela está rodeada de pessoas interessadas em seu status, não em seu caráter. “Eu acho que eu vou ficar essa noite, pular as conversas e os ‘Oh, estou bem’,” ela canta, mais para ela mesma do que para qualquer outro.

Os toques do pop latino que você espera da cantora de Havana, especialmente em Inside Out, enquanto Into It é o tipo de música sugestiva sobre sexo que todo álbum de uma estrela do pop jovem e bonita parece ser obrigada a colocar em um álbum, mesmo nesses dias onde o feminismo está em alta. Mas a surpresa aqui é o quão íntima e natural Cabello soa em seu álbum de estreia, e como ela teve sucesso fazendo um álbum que é pessoal sem ressoar as revelações de detalhes privados. É realmente a máxima expressão dela, individualmente.

Fonte: The Times UK
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

Official Charts faz seu review do “CAMILA”

04 jan 2018

O site Official Charts postou na noite desta quinta feira (4) seu review do “Camila”, onde falam um pouco sobre as faixas junto com alguns trechos. Confira a matéria traduzida abaixo:

Começos falsos em álbums raramente invocam confiança no produto final, mas poucos artistas nesses últimos anos tiveram a trajetória como a de Camila Cabello após Fifth Harmony.

“Primeiro eu pensei que seria um álbum de músicas tristes,” ela disse em recente entrevista a Rolling Stone, referindo-se ao título original (e melodramático) The Hurting, The Healing, The Lovind, a faixa aperitivo “I Have Questions” junto com o single de Sia, “Crying In The Club”. “E quanto mais eu avançava o ano, era melhor,” ela continua. “Eu me sentia mais feliz.” Acreditamos que foi quando seu single recente, o pop latino, Havava, subiu nos charts mundiais, incluindo cinco semanas em primeiro lugar no Official Single Chart.

O sucesso da música levou ela a deixar de lado seus outros lançamentos solo (incluindo o feat com Quavo, OMG) e voltar ao estúdio e refocar no som do álbum e injetar mais Havana nele. Então, o que sobrou? “Eu sinto que tem um bom balanço entre o emocional e o feliz.” ela diz.

O sabor pop latino no álbum – agora chamado Camila – é infundido mais intensamente entre as faixas três e cinco, onde Havana entra em um sanduíche entre duas faixas de mexer os quadris. O raegatton Inside Out é a faixa mais despreocupada e brincalhona de todas, mas She Loves Control tem um refrão contagioso e maior potencial para hit (“Ela ama controle, ela quer da maneira dela/E isso leva apenas uma prova/Quer desistir?”)

Em outro lugar, a quente In The Dark e a quase acústica All These Years brilham mais que as baladas no piano Consequences e Something’s Gotta Give, o tom confessional fica mais na linha da visão original do álbum.

A jóia, contudo, é a faixa de encerramento (faixa 10, não perca), Into It, uma habilidosa música onde os flertes de Camila dizem: “Eu vejo uma cama king size em um canto e deveríamos ir a fundo/Todas as coisas que eu quero fazer com você são infinitas”.

Camila Cabello lança Camila no dia 12 de janeiro.

Fonte: Official Charts
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

TRADUÇÃO: Camila Cabello fala sobre Riverdale, BTS e o projeto #YouDoYou para a Teen Vogue

11 dez 2017

Não é segredo que Camila Cabello teve um ótimo ano com uma série de hit singles, performances em estádios lotados e vídeos poderosos trazendo conscientização para assuntos do mundo real. Recentemente, ela combinou tudo acima com sua performance no iHeartRadio do último dia 8. Tomando o palco para se apresentar para uma multidão na Madison Square em NYC, ela também revelou um vídeo dela apresentando o projeto YouDoYou, onde explicou que é uma maneira das jovens “se juntarem, se apoiarem e no processo fazer desse mundo um lugar mais forte e gentil.” Lançando junto com a campanha “comentários gentis”, o projeto promove a ideia de que “por trás de cada menina poderosa, há outra menina poderosa” e encoraja as jovens a moldar suas vidas com mentoria e compartilhando suas histórias. Com isso, a frente do show, conversamos com a hitmakes sobre tudo de Riverdale, a globalização da música pop, e é claro, porque ela pensa que o YouDoYou é a melhor plataforma para empoderar as jovens. Leia nosso Q&A abaixo para descobrir mais:

 

TeenVogue: Vamos pular direto a isso! Porque você acha que os artistas e músicas latinos estão finalmente tendo o reconhecimento que merecem há tanto tempo? em algo sobre a indústria em 2017 que você acha que teve a ver com isso, ou tem algum fator externo?

Camila Cabello: Eu não sei. Quer dizer, eu acho que a coisa boa sobre as mídias sociais e a internet é que eu sinto que isso faz o mundo um lugar menor e isso meio que quebra barreiras entre as línguas, entre as pessoas, entre as culturas e eu acho que isso tem a ver com tudo. Eu venho escutando músicas em espanhol desde sempre porque não é música em espanhol para mim, é apenas música. Mas eu sinto que tudo que aconteceu esse ano e também com grupos como os de k-pop se apresentando em premiações americanas e entrando na indústria americana, eu sinto que que muitas barreiras sendo quebradas. O que eu acho lindo, e eu não sei exatamente o que creditar por isso, mas eu estou grata que está acontecendo.

TV: Sim, isso é ótimo. Eu sei que todos os nossos leitores são grandes fãs do BTS também. Não sei se você teve a chance de conhecer os meninos, mas você é uma fã?

CC: Sim, é muito legal. Acho que eles são super talentosos e legais. Eu vi eles cantarem no American Music Awards, que foi a estreia deles na TV americana, e eu sei que todos estavam muito, muito animados. Muitos dos meus fãs são fãs deles também. Eles também mencionaram “Havana” em uma entrevista! Foi uma das minhas apresentações favoritas da premiação. Eles colocaram muito trabalho na coreografia e na apresentação e você pode realmente dizer que eles trabalharam duro, e eu respeito muito isso.

TV: Definitivamente. Como você disse, é muito legal ver os charts serem diversificados esse ano – olhe o sucesso de Despacito, por exemplo. Mas obviamente vem sendo um grande ano para os artistas latinos, o que você acha sobre isso estar acontecendo nesse clima político em particular? E eu sei que você é alguém que é muito vocal sobre o que está acontecendo com o DACA e a administração do Trump nas políticas anti-imigração, você vê sua música como uma maneira de falar sobre isso?

CC: Sim, absolutamente. Eu acho que enquanto você cresce, você percebe o que é realmente importante, e eu acho que para mim, eu amo música e a música é minha paixão e é mais importante do que qualquer estatística ou números. É o que eu faço com a minha plataforma e como eu ajudo outras pessoas e como eu faço algo que é maior que eu. Então eu acho que eu senti mais e mais responsabilidade de falar pelas minhas pessoas, e eu sinto mais e mais responsabilidade de fazer isso todos os dias. Especialmente no clima político, como você disse. Eu sinto que eu sou uma pessoa muito privada. Eu não fico nas redes sociais… Eu sou muito introvertida nesse sentido. Eu sinto que minha maneira de me expressar é através da minha música, da minha arte e minhas apresentações. Eu literalmente tive que fazer uma decisão consciente [de falar], mesmo depois de fazer esse primeiro álbum, de fazer mais no segundo e no próximo. Porque esse é meu meio de comunicação.

TV: Isso é incrível. E é por isso que o título do álbum mudou para apenas Camila?

CC: Não, o título do álbum mudou porque eu fui em frente desde o primeiro título. O primeiro título era sobre esse relacionamento quebrado que tive. E eu não queria dar tanto poder para essa situação porque não tinha mais poder sobre mim. Eu segui em frente, e isso ficou exaustivo de se falar, depois de eu seguir em frente.

TV: E ao invés disso, centrando em você mesma é realmente poderoso.

CC: Sim, totalmente.

TV: Então, indo para o vídeo de “Havana”, eu sei que o conceito de telenovela ressoou muito com seus fãs latinos. Então, eu estou curioso, porque você escolheu esse tema? Como foi o vídeo foi conceituado? E porque você decidiu usar um elenco só de latinos?

CC: Bom, eu acho que é realmente importante representar e ter orgulho de sua história, e ter orgulho de quem você é. E eu acho que ser o máximo de “você” é o que te faz diferente. E, para mim, enquanto crescia em Miami, eu não tinha ninguém que compartilhasse a mesma história para me espelhar. Então é por isso, que por um bom tempo, eu pensei que ter uma carreira na música não era possível para alguém como eu que estava em Miami. Eu vim de uma família que não falava bem inglês, e não tínhamos dinheiro para nos mudarmos para Los Angeles e ir a reuniões. Isso nem estava no meu vocabulário. Então acho que foi por isso, e por um bom tempo, era apenas uma chance que eu fizesse a audição para o X Factor. Se não fosse por essa chance, eu não acho que estaria aqui. Então eu acho que é importante para mim ser autêntica e esperançosamente inspirar jovens que tem uma história parecida. Eu eu acho que foi por isso que eu falo tanto sobre os Dreamers, porque eu sinto que temos a mesma história e eu sou sortuda de não estar nessas circunstâncias hoje, mas não tem nada diferente entre mim e essas crianças. Eu poderia literalmente estar na mesma situação e não há razão justa para eu não estar. Então eu acho que você não pode controlar porque as coisas acontecem, mas você pode controlar como fazer sua parte para ajudar.

TV: Isso é muito, muito poderoso. Eu fui atingida por isso, como, as crianças da primeira geração de imigrantes: Seus pais te apoiaram em sua carreira?

CC: Cada vez que surgia o interesse em fazer algo relacionado a música, meus pais ficavam “Espere até você ficar mais velha”, porque eu sempre tive interesse em música e eu acho que eles sabiam disso. Mas o foco era sempre na escola e meus estúdios e coisas de educação. Mas acho que para eles, eles só queriam que eu fosse feliz. Como se eu pudesse decidir – o que eu não iria fazer – mas eu poderia decidir ser uma dentista amanhã, e eles ficaram, “Ok.”

TV: Sim, eu deveria fazer desse o título. Camila Cabello planeja virar uma dentista. Tenho certeza que seus fãs amariam isso.

CC: Oh, meu Deyus [Risos]; Eles iam vir ao meu consultório. Eles iam fingir ter cáries por mim.

TV: Você poderia cobrar muito por isso. Mas indo para o projeto YouDoYou, que soa muito bem: O que te levou a isso? E porque se envolver é tão importante para você?

CC: Eu acho que é com tudo que está acontecendo no mundo, nesse clima político, mas também na internet. Eu sinto que quando você entra no Twitter… Mas eu nem vou mais nas redes sociais porque tem muita negatividade e ódio. E não é necessariamente coisas que tem a ver comigo. Às vezes tem tanto drama e brigas com outras pessoas que eu não gosto nem de olhar porque eu sinto que isso me drena. E às vezes você pode ver as piores partes da humanidade na internet. Como essa celebridade e essa celebridade e a fofoca e então as coisas próximas as coisas que estão acontecendo, como o que está acontecendo na Síria, e essas são ambas top 10 nos trends. É tão surreal, e eu sinto que essas coisas me fazem sentir muito triste e vazia. Às vezes eu sinto que se torna mais legal ser um trend sendo malvado ou derrubar as pessoas. Eu não sinto que isso é legal, nem um pouco. Eu sinto que deveria ser um trend maior ser legal e apoiar e usar isso para o bem. Tem tantas coisas que estão acontecendo nas mídias sociais que são ótimas porque nos mantém informados. Especialmente com os jovens – estamos mais envolvidos nisso do que nunca nas coisas que estão acontecendo no país e falando sobre o que é certo e o que é errado – então isso é muito bom. Mas bondade deveria ser bom sempre. Tantos dos meus fãs vem a mim e falam, “Eu tive que deletar meu Twitter porque tinham pessoas dizendo para eu me matar.” E eu fico, “Sabe de uma coisa? Delete seu Twitter, isso não é importante,” mas eles nem deveriam ter que lidar com isso. Para mim, se eu estou tendo um dia ruim e eu ando na sua e um estranho diz algo legal para mim ou me dá um sorriso, isso faz meu dia. Eu sinto que é mais importante ter esses pequenos atos de bondade, porque eles tem um efeito em cadeia no mundo. Eu realmente acredito nosso, e não é algo clichê. Então o projeto YouDoYou é uma coisa muito legal de fazer parte porque eu quero que isso exista entre meus fãs, entre as pessoas na internet. Eu acho que isso iria fazer todos um pouco mais felizes, e é uma maneira fácil de mudar o mundo de um jeito pequeno. É apenas fazer uma pessoa que você vê ficar mais feliz do que estava.

TV: Sim, às vezes a cultura dos fãs pode ser tóxica, como você disse, duas celebridades estão brigando e então os fãs brigam entre si. Mas eu também tenho essa teoria que tem muita negatividade que está apodrecendo tudo online nas redes sociais – como todas essas brigas e essas coisas horríveis no mundo que estão a um clique de distância – e isso se torna um retorno horrível às vezes. Como, se você está atolado em toda essa negatividade todo o tempo, como você não vai emitir toxicidade?

CC: Absolutamente, e às vezes para mim é tipo, eu estou tendo um ótimo dia e então eu olho para alguma coisa que alguém disse sobre mim na internet, e isso me põe nessa nuvem de paranoia e dúvida repentina, e “Oh meu Deus, eu sou assim? Eu soei dessa maneira?” Então isso só te deixa mais negativo como uma pessoa e de repente você olha as pessoas ao invés de olhar para elas, porque você está pensando em algo que te fez se sentir negativo. Isso te tira do presente e te coloca nesse momento ruim. Mas com o YouDoYou, é meio que o contrário. É promover esse efeito em cadeia de pessoas dizendo o que eles amam sobre seus amigos, o que eles amam mais uns nos outros, e eu não imagino isso não fazer o dia de alguém, ou a semana. Isso faz meu dia ou semana sempre que alguém diz algo assim sobre mim.

TV: Com certeza, e obviamente a maior parte dessa conversa é como a sociedade tende a colocar mulheres umas contra as outras. Isso também foi parte do motivo que você se juntou a esse movimento? Teve uma experiência pessoal com você que realmente solidificou isso como um problema que é importante para você?

CC: Eu acho que toda menina já experienciou isso. Experienciamos ódio de meninas contra meninas, experienciamos amor de menina para menina, e não tem nada mais doloroso que meninas sendo colocadas umas contra as outras ou amigos com inveja ou caluniando uns aos outros. Não há nada que machuque mais do que isso. Mas não tem nada mais bonito ou maravilhoso do que amizade entre meninas e essa irmandade. Essas relações entre meninas é o que temos de realmente importante. Elas podem ser muito prejudiciais ou isso pode ser realmente maravilhoso. E eu sinto isso com uma irmandade, e eu me sinto muito protetora, preocupada e nutrida. Eu preferia que isso fosse a melhor coisa do mundo do que a coisa mais dolorosa. Então eu sinto que cada garota já experienciou ambos, e isso é sobre a parte boa disso.

TV: Definitivamente. Ok, então uma pergunta final. Você conhece a atriz Camila Mendes de Riverdale? O que você achou de quando ela teve que deixar claro que ela não é um fã clube para você e Shawn Mendes?

CC: Oh, meu Deus, sim, isso foi tão engraçado, e agora ela está arrasando. Em um primeiro momento eu pensei que isso foi muito engraçado e eu pensei que ela era muito engraçada porque eu via seus tweets e ficava meio, “Oh, meu Deus, ela é tão bonita, tão divertida,” mas eu não sabia que ela estava no elenco de Riverdale. Então quando a série começou a estourar, e eu vi muitos dos meus fãs assistindo, e no Tumblr eu vi o rosto dela aparecer na série, e eu achei muito legal. Estou muito feliz por ela, ela está arrasando agora… Eu acho que assisti um episódio uma vez, mas eu estava indo do aeroporto e eu estava morrendo, e eu queria assistir a série, mas eu estava morrendo.

TV: Está na Netflix agora, então sem desculpas!

CC: [Risos] Definitivamente. Eu vou ficar em dia.

Tradução: @CamilaCabelloBR.

Camila Cabello comparece à FYE para um Meet&Greet exclusivo

11 dez 2017

Na tarde de ontem (10), a cantora e compositora Camila Cabello, em parceria com a FYE – empresa norte-americana de venda de entretenimento -, organizaram um Meet&Greet especial para alguns fãs da cubana.

Camila visitou a sede do FYE em Hanover, Massachusetts para conhecer os primeiros fãs que pré-encomendaram seu álbum de estreia, “Camila”, no site da empresa. Esse evento foi realizado pela própria FYE e entregava a esses fãs uma pulseira exclusiva que dava acesso à oportunidade de conhecer a cantora pessoalmente.

Confira as fotos do Meet&Greet da Camila no evento do FYE, em Boston:

Jingle Ball: Camila Cabello se apresenta no ginásio TD Garden em Boston, Massachusetts

11 dez 2017

Dando continuidade à sua participação pela turnê no Jingle Ball, Camila Cabello apresentou o seu show para aproximadamente 19 mil pessoas que lotaram o ginásio TD Garden, em Boston (Massachusetts), na noite de ontem (10).

Assim como nas apresentações anteriores, Camila interagiu e animou o público ao som de sucessos como Havana e Crying In The Club, além de emocionar à todos com a balada I’ll Never Be The Same. Além das faixar citadas, a cantora completou sua setlist com OMG, seguindo exatamente a ordem de apresentação das noites antecedentes.

O figurino usado pela cubana na noite do Kiss 108 Jingle Ball foi o mesmo do seu segundo show pelo Jingle Ball – que aconteceu em San Jose, Califórnia.

Saiba tudo o que rolou na quinta noite da latina pelo Jingle Ball 2017:

FOTOS DO SHOW:

SETLIST:

01. OMG (em breve)

02. Havana (em breve)

03. Crying In The Club (em breve)

04. I’ll Never Be The Same (em breve)

FOTOS MEET&GREET:

DETALHES:

Quinto (5°) show pela turnê do Jingle Ball (Kiss 108)

Data: 10 de dezembro de 2017

Local: TD Garden – Boston, Massachusetts

Capacidade: 19.580

Horário: 21:50h (horário de Brasília)

Próximo show: 11/12 – HOT 99.5 Jingle Ball
Capital One Arena – Washington, DC