TRADUÇÃO: Camila Cabello fala sobre seu álbum de estreia para o USA TODAY.

11 jan 2018

Camila Cabello: música nova, antigos ex e por que 2017 foi o “melhor ano da minha vida”

Um ponto de distância.

Quando o USA TODAY encontrou Camila Cabello na semana de lançamento do seu álbum de estreia “Camila” (sexta-feira), seu hit de “Havana” havia subido novamente para o Nº 2 na Billboard Hot 100, tentadoramente perto do topo dos charts.

“Eu esperava que isso acontecesse por um longo tempo”, disse a cantora de 20 anos ao USA TODAY sobre o sucesso desenfreado da música, originalmente lançada como um single promocional não oficial antes que os fãs se apoderassem dela. “Obviamente, eu não sabia que seria um sucesso tão longo. E é, como, meu primeiro, é a minha posição mais alta na Billboard Hot 100, e é super legal como está. Mas definitivamente seria incrível ir para o #1, porque sei o quanto isso é raro. Você nunca sabe quando vai acontecer de novo”.

Havana” é uma das 10 músicas que aparecem em seu álbum de estreia, o produto do primeiro ano completo de Cabello como artista solo após sua partida de seu antigo grupo, Fifth Harmony, no final de 2016.

Para todo o drama pós-divisão, Cabello é rápida para contestar a ideia de que 2017 foi o ano mais difícil de sua carreira.

“Não exatamente”, diz ela. “Quero dizer, obviamente, as coisas na minha carreira foram difíceis de equilibrar e foram realmente muito intensas. Mas, definitivamente, foi o melhor ano da minha vida. Eu acho que o ano mais difícil da minha vida foi o ano anterior, e 2017 foi muito livre, independente, um (tempo) muito divertido. Eu me senti muito viva.”

No entanto, uma ruptura de amizade pode invocar todos os sentimentos dolorosos como um romântico. Rumores desacreditados sobre um relacionamento com a outra estrela pop Shawn Mendes, a saída de Cabello do Fifth Harmony é o drama pessoal que mais dominou suas manchetes e, um ano depois, é impossível encontrar uma entrevista com Cabello que não menciona a separação.

Enquanto seus vários corações partidos são um terreno fértil para a sua composição – “é como se curar”, diz ela, “escrevendo sobre todos os pequenos detalhes e seguindo em frente” – é importante para ela manter seu material de origem privado.

“Sempre fui, desde que eu era pequena, uma pessoa muito privada, quando se trata disso”, diz ela sobre revelar os assuntos de suas músicas. “E também eu sinto que é muito importante ter coisas que só você sabe. Eu acho que ter segredos enquanto é uma figura pública é importante. E isso só me faz sentir como se houvesse coisas na minha vida que só eu sei, e eu sinto que sempre será assim pelo resto da minha carreira”.

“Por isso, sempre que as pessoas me perguntam, eu sempre dou as respostas mais vagas”.

Ela ainda continua no jogo para acabar com alguns rumores de que ela ouviu sobre si, incluindo a ideia de que todas as suas faixas de término são inspiradas por uma figura singular. “Quando eu lanço uma música super emocional, e você poderia dizer que eu apenas estava com o coração partido, e as pessoas dizem que é sobre meu primeiro namorado quando eu tinha 16 anos”, ela diz. “E fico apenas, tipo, não.”

Há uma boa quantidade de coração partido em “Camila”, embora muito tenha sido cortado, com Cabello admitindo que “por volta de 25” músicas de suas sessões de gravação que não chegaram ao álbum.

“Eu não queria ter nada desnecessário”, diz ela.

O curto tempo de execução do álbum ainda dá a Cabello espaço suficiente para brincar de forma estilística, com referências do “ANTI” de Rihanna – um álbum que ela “ama” – como contrastando a confiança sexual de Cabello (She Loves Control, Into It) com momentos mais íntimos de saudade e perda (All These Years, Consequences).

Então, há Havana, o primeiro grande sucesso de Cabello, uma música que era inevitável para ela escrever.

“É como minha vida diária”, diz ela. “O relacionamento que eu tenho com minha família e as pessoas em Miami, e minha cultura, é tudo, é como a comida que comemos e a música que ouvimos e as coisas de que falamos”.

E, depois do cantor colombiano J Balvin, junto com Ed Sheeran e Taylor Swift, como algumas de suas influências recentes favoritas, Cabello reage com entusiasmo para a perspectiva de contribuir com vocais para uma faixa em espanhol na veia de Despacito ou Mi Gente.

“Oh, sim, sempre”, diz ela. “Eu sempre quero fazer isso”.

Fonte: USA TODAY.
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR.

Camila Cabello faz sua primeira performance de ‘Never Be The Same’ no programa do Jimmy Fallon

11 jan 2018

Dois dias antes de lançar o seu álbum auto-intitulado, Camila Cabello esteve em Nova York para divulgar a mais nova promessa do seu álbum, seu novo single, Never Be The Same – música que ganhou duas versões, e ambas compõem seu primeiro álbum.

Ontem (10), a cantora subiu no palco do talkshow The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, para apresentar a sua nova música de trabalho pela primeira vez na televisão. Além de abusar de vocais e high notes incríveis, Camila optou por se apresentar em meio a efeitos usados no telão, tornando a performance ainda mais emocionante e íntima.

Cabello retornará ao programa de Jimmy Fallon no dia 12/01 para falar sobre o seu álbum de estreia, que será lançado nesse mesmo dia!

Newsday faz seu review do “CAMILA”.

10 jan 2018

Review “Camila”: O poderoso álbum de estreia de Camila Cabello.

CAMILA” LINHA DE FUNDO: Antiga cantora do Fifth Harmony surpreende com um poderoso lançamento solo.

Camila Cabello originalmente planejou chamar sua estreia solo como “The Hurting, The Healing, The Loving”, que estava indo para ser sobre sua luta desde a saída do Fifth Harmony e construído em volta do arruinador single “I Have Questions”. (Pergunta principal: “Por que você não liga?”).

Fato engraçado, entretanto. Como ela trabalhou no álbum no ano passado, empurrada pelo sucesso de suas colaborações “Bad Things” com Machine Gun Kelly e sua Havana com Young Thug, as perguntas não parecem mais ser importantes.

Camila Cabello agora tem respostas. E em sua estreia “CAMILA” (Epic), ela entrega com a confiança e o poder de uma artista com muito mais do que os 20 anos de Cabello sob seu cinto.

A quente “Havana” que paga tributo para a herança cubana de Cabello e agora está no topo dos gráficos pop por sete semanas, fornece um sólida fundação para o resto do “CAMILA” e suas ambições de se estabelecer com uma artista pop de tanto valor como Selena Gomez ou Demi Lovato.

Cabello está em seu pico em seu novo single “Never Be The Same”, que mostra o que a deixa a parte do pacote pop. A maneira como sua soprosa voz quebra ao topo do seu registro quando ela confessa. “Como nicotina, heroína, morfina, de repente eu sou uma viciada e você é tudo que preciso” é a marca de uma artista. O que ela pode rapidamente mudar para sua voz completa para o desesperado refrão, é a marca de uma estrela.

CAMILA” ainda também tem muitos hits para lançar. “She Loves Control” combinando sons latinos com reggaeton e um irresistível refrão. A deliciosa “Into It” passa diretamente para o suave ponto entre o indie-pop retro de Carly Rae Jepsen e a fraseologia inesperada de Sia, uma coisa que revive a maravilhosa balada “Something’s Gotta Give”.

Com “CAMILA”, Cabello prova que ela é uma força para ser contada e está pronta para ser uma das estrelas de 2018.

Nota: 3,5/4.

 

Fonte: Newsday

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

Entertainment Weekly (EW) faz seu review do “CAMILA”.

10 jan 2018

CAMILA CABELLO É SUA PRÓPRIA ESTRELA POP EM SEU ÁLBUM DE ESTREIA DE FORMA DESAFIADORA: REVIEW DA EW

O que o estrelato pop parece em 2018? As super estrelas estão na maior parte ocupadas fazendo outras coisas: Beyoncé está aninhada com seus bebês em Malibu; Lady Gaga percorreu arenas esportivas europeias com sua turnê e gravou filmes com Bradley Cooper; Rihanna constrói o seu império de cosméticos, um gloss labial de cada vez. Até Taylor Swift, que emergiu de seu auto-intitulado exílio no final de 2017 com o enorme sucesso de “Reputation”, parece estar determinada a mudar de “pista”.

Mas todas as equipes principais têm um time reserva esperando o momento certo de agir. E também funciona assim na indústria da música: As Selenas e as Halseys e as Cardi Bs que mantém o Hot 100 agitado. Aos 20 anos, Camila Cabello já é veterana do setor; Como membro da Fifth Harmony, o girl group formado para a TV aos olhos dos Estados Unidos no The X Factor em 2012 (elas terminaram em terceiro lugar), ela acumulou uma série de brilhantes e energéticos singles: “Worth It“, “BO$$“, “Work From Home“. Em seguida, vieram os inevitáveis relatos de conflitos internos e discórdia nas redes sociais, uma saída muito pública do grupo no final de 2016 e o anúncio imediato de uma estrela solo a seguir.

Se a era da harmonia terminou com um estrondo, Camila aparece como algo muito mais parecido com um sussurro. Não porque não seja aguardado; exagerado – a sua gravadora, Epic, quase não conseguiu promovê-lo – mas porque parece ser um álbum menor e mais íntimo do que você possa esperar a partir de suas colaborações de alto brilho com, por exemplo, Pitbull, Shawn Mendes e Machine Gun Kelly e o estrelado primeiro single “Crying In The Club” (contudo, essa música nem sequer passou pelo corte final do álbum). Em vez disso, a cantora nascida em Cuba e criada em Miami, experimenta luzes estroboscópicas para um brilho mais quente; desmoronando sobre um amante viciante na música com falsetes que abre o álbum “Never Be The Same“, ansiando por aquele que escapou no despojado “All These Years“, mergulhando no suave reggaeton em “She Loves Control“, derramado de tambor. O onipresente single “Havana“, com seu hipnótico som de piano, com a participação de Young Thug e os dançantes na-na-nas, pode ser o mais próximo que Camila chegou a uma música incrível, e dificilmente se preocupa em seguir caminhando com confiança até a pista de dança.

A voz de Cabello não é especialmente distintiva, mas é instintivamente bonita: sem esforço e calorosa, com um pouco de rouquidão matinal. Quando ela entra e sai do espanhol em músicas como a prometida promessa tropical “Inside Out“, ela se sente orgânica, não testada no mercado, mesmo quando o álbum retorna a metade se desliza para o ritmo do coração com uma série de baladas brilhantes (Assim começa a ter sentido por que o título original era “The Hurting, The Healing, The Loving“). Como foi alegado, Cabello passou um tempo extenso no estúdio com os melhores produtores de hits como Stargate, Max Martin e Diplo. A decisão de deixar quase todos eles de fora da lista final pode não ser um planejamento de carreira perspicaz, mas pelo menos faz “CAMILA” docemente e desafiadoramente seu.

Nota: B+, 83 no Metacritic

Fonte: Entertainment Weekly (EW)

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

NME faz seu review do “CAMILA”

08 jan 2018

O site britânico NME postou na manhã de hoje (8) seu review do “Camila”, em que deu 4 de 5 estrelas para o álbum. Confira a matéria traduzida abaixo:

A ex-integrante do Fifth Harmony absolutamente arrasa no seu debut álbum.

Quando Camila Cabello anunciou seu álbum debut em Maio, ela o nomeou “The Hurting. The Healing. The Loving.” Cabello, que saiu da girlgroup americana Fifth Harmony em Dezembro, disse que em seu trabalho solo iria dizer “A história da minha jornada da escuridão para a luz, de um tempo quando eu me perdi e quando me encontrei novamente”. Mas, meses depois, uma música pop de influência latina que lançou com cautela como “single promocional” se tornou um inesperado smash: ‘Havana’ passou cinco semanas no primeiro lugar antes de finalmente ser derrubada por Ed Sheeran. Talvez em resposta ao sucesso, o álbum de Cabello chega mais tarde do que o originalmente planejado, com um título menos melodramático: ‘Camila’.

Embora “escuridão para luz” não esteja óbvio na história, ‘Camila’ definitivamente tem momentos mais dramáticos do que a romântica ‘Havana’, que recebeu o nome da cidade cubana onde ela nasceu. “Você é bom em me fazer me sentir pequena”, ela canta em ‘Something’s Gotta Give’, uma surpreendente direta música de separação. Com minimalistas sons de piano, a balada “Consequences” soa um pouco mais sincera: ela fala ao antigo parceiro que “amar você era burrice, obscuro e desprezível”, e ela continua “perdi um pouco de peso, porque eu não estava comendo”. É bem distante do seu maior hit no Fifth Harmony “Work From Home”, que era basicamente sobre sair mais cedo do trabalho para fazer sexo.

Deve ter sido tentador para Cabello e os produtores, incluindo um dos colaboradores de Kanye West, Frank Dukes, tentar copiar Havana um pouco demais, mas eles utilizaram com moderação as tendências sonoras latinas e caribenhas. “She Loves Control” tem guitarras hispânicas e elegantes batidas de reggaeton, enquanto “Inside Out” apresenta fortes instrumentais e uma menção à criação de Cabello no “sul de Miami”. Nas outras músicas, Cabello tenta de tudo, do estilo Ed Sheeran no pop acústico “All These Years” e “Real Friends” ao bombástico eletrônico em “Never Be The Same”. Bizarramente, a última aparece duas vezes, a segunda vez em um levemente diferente “single edit”.

Fato é, Cabello apenas falhou em ter lançado “In The Dark”, uma fraca junção dos recentes hits de Lana Del Rey e Kesha. Mas não foi o suficiente para estragar a forte e surpreendentemente confiante primeira impressão.

Fonte: NME
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR.

Daily Express UK faz sua review do “Camila”.

06 jan 2018

Nesse sábado (06), o site britânico Daily Express UK fez sua review do primeiro álbum solo da cantora Camila Cabello, intitulado “Camila”. Confira a tradução completa:

O Novo álbum de Camila Cabello estará liberado na próxima sexta, mas será mais como Fifth Harmony ou “Havana“?

É justo dizer que “Havana” mudou tudo.

Além de ter um gancho insanamente cativante que fez todos ficarem “Na-na-na-nando” o verão inteiro, ela transformou a antiga estrela de uma girlband em uma grande princesa do pop que estava à frente do ascendente curso de influências latinas na indústria da música.

Depois de sair do Fifth Harmony, o plano original de Cabello para seu álbum de estreia eram obscuros.

O Intitulado bastante ameaçadoramente “The Hurting, The Healing, The Loving”, estava indo ser bastante abrasador, mas tudo foi mudado após seu smash cativante de verão.

O álbum será liberado dia 12 de janeiro e apresenta uma nova linha de trabalho focando fortemente em quentes e sensacionais batidas latinas.

Cabello já tem liberado algumas faixas em festivais e shows nos meses passados.

Destaques incluem os balanços de “Inside Out”, ela também mostrou seu lado suave na madura “Real Friends”, acompanhada de um violão.

She Loves Control” dá a Ariana Grande uma concorrente para suas oitavas com alguns impressionantes vocais ornamentados e rápidos empoderando a bonita balada.

Está tudo avançado em remover a imagem do pop manufaturado do Fifth Harmony, e mostra que Cabello é determinada a estabelecer a si mesma como uma artista de credibilidade.

Mais impressionante de tudo, seu nome é o primeiro creditado nos créditos de composição em praticamente todo o álbum, incluindo no seu smash “Havana”.

Fonte: Daily Express UK

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.