AllMusic faz seu review do “CAMILA”.

17 jan 2018

O álbum de estreia da cantora Camila Cabello, auto intitulado Camila, é produzido calorosamente com um pop romântico, pontuado com uma infeccção latina rítmica que vem de sua descendência cubana. Notavelmente, Camila vem de dois anos difíceis depois da saída de Cabello do grupo pop Fifth Harmony. Enquanto sua saúda teve algumas preocupações (ela era uma diva que só pensava em si mesma? Ou apenas uma cantora com uma abundância de personalidade e criatividade?), os lançamentos de vários singles antes do álbum, mais notavelmente “Havana” (feat. Young Thug), trouxe o público ao seu favor. Supostamente, a reação era tão favorável que causou um atraso no lançamento do álbum de Cabello (que nasceu em Cuba e foi criada em Miami) e de seus produtores (Frank Dukes, Jarami, Skrillex e outros), adicionando músicas que refletissem a vibe latina de “Havana“. Qualquer que fosse o caso, funcionou, e as outras faixas latinas, incluindo a quente “She Loves Control” e a percussiva “Inside Out“, onde Cabello canta brevemente em espanhol. Junto com a mencionada anteriormente “Havana“, essas são facilmente as faixas mais potentes do álbum, e mostra a voz ressonante de Cabello e também seu carisma. Reconhecidamente, o álbum fica mais pesado nas baladas com guitarra acústica que trabalham contra a vibração e o momentum das faixas latinas. Ainda sim, o hino R&B “All These Years” e “Consequences” são emocionalmente ressonantes, letras que ficam com você. Também tem um momento eufórico em “Never Be The Same“, com o falsete antes do refrão e uma sample afro-cubana. Igualmente envolvente é “Into It“, onde Cabello diz “Adicione as coisas que quero fazer com você, é infitino/Quer dizer, se você estiver afim.” Com faixas contagiantes como “Into It” e “Havana“, é difícil imaginar até o mais devoto fã de Fifth Harmony não ficando afim. E por último, Camila é um álbum de estreia refrescante que faz com que Cabello voe para a liberdade pop com músicas que são como se nascessem de suas experiências de vida e ponto de vista artístico.

Nota: 7/10

Fonte: All Music

Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

The 405 faz seu review do “CAMILA”

17 jan 2018

O site The 405 fez seu review do Camila recentemente, dando a nota 6/10. Confira o review traduzido abaixo:

A entrada em um grupo pop para ter uma carreira solo é algo que todos estamos acostumados agora. Uma trajetória segura comercialmente, vista pelo sucesso recente de Harry Styles e os membros subsequentes do One Direction. Dos Beatles ao N’SYNC para os Jacksons ao Girls Aloud essa narrativa é firmemente encorporada na nossa cultura musical e é quase inevitável. Sem mencionar a rainha Bey.

A saída de Camila Cabello do produto do The X Factor, Fifth Harmony segue a mesma história banal, o impulso de sair para liberdade criativa, a perseguição pública das antigas colegas de banda, tudo isso. Por mais compreensível que seja a situação, esse arco é uma narrativa construída do Fifth Harmony. O maior single do grupo “Work From Home” é um exemplo estelar de dança pop: perfeita para a playlist do seu clube menos favorito com notas B.

Além dessa ser a estreia de Cabello, simplesmente intitulado Camila, se encaixa com o gosto de momentos bonitos; as cordas de órgão que abrem “Never Be The Same“, o sulco infeccioso de “Havana” e os vocais duplicados em “In The Dark“. Camila é uma vocalista competente que pode facilmente deixar um gancho memorável, contudo seu disco cai um pouco por fazer coisas demais. Serve muitos tópicos pop – a balada pós-Sheeran “All These Years” e “Real Friends“, a infusão tropical “Inside Out“, e mais, fazem o disco ser excessivamente homogêneo com o Top 40 antes de sua chegada.

Se uma coisa pode ser tida, as faixas eletropop diminuem as faixas orgânicas e instrumentais em qualidade. Sons menos previsíveis, restritivos e genéricos. Camila não é de modo algum uma estreia ruim, mas que, em última análise, não é memorável. Dito isso, é a rara estrela pop que chega com confiança o suficiente para oferecer um álbum com uma visão coesa em sua primeira vez. Cabello está achando seus passos, e com mais balanços do que a falta dele, o álbum mostra um futuro esperançoso para uma gigante do pop.

 

Fonte: The 405

Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

Pitchfork faz seu review do “CAMILA”.

17 jan 2018

O site Pitchfork, considerado um dos mais assustadores, quando se trata de reviews de álbuns, famoso por dar notas baixas e raramente serem impressionados, deu a nota de 6.8/10 para o Camila. Confira a review traduzida abaixo:

Quando um membro empreendedor de um grupo pop começa a sonhar com o sucesso solo, eles tem que se reintroduzir no mundo. Se eles tem a visão e os nervos para sobreviver além de sua máquina hit-maker, eles montam um trilho para eles em seus próprios termos; se eles vem com algo pequeno, eles são renegados a lixo histórico. A faixa quente e com um toque de salsa “Havana” de Camila Cabello é a chave para a história de origem da super estrela: lançando-se após uma amarga separação de suas colegas de grupo no Fifth Harmony, Cabello percebeu suas ambições criativas com um smash que celebra sua descendência cubana e ajudou a definir um ano em que a música latina está em crescimento.

É claro, carreiras pop raramente vencem com esse tipo de elegância, e o crescimento de Cabello no topo dos charts foi um pouco mais complicado. “Havana” começou sua corrida como um single promocional de verão humilde, sem apoio da gravadora e das rádios. Foi jogado nos serviços de streaming alguns meses depois de sua primeira tentativa de debut com “Crying In The Club” enrubescido no top 50. E “Crying In The Club” falhou nas expectativas porque parecia que Cabello estava cantando, nota por note, uma demo da Sia. Falhou na qualidade que sai de “Havana” como: história, personalidade e carisma. A tensão entre os dois futuros em potencial de Cabello – um lugar no alto escalão do pop ou uma década gasta produzindo colaborações – é o que anima Camila, seu álbum de estreia solo.

O gosto de Camila pelo drama sempre foi sua maior força. Nunca foi difícil de escolher ela entre o Fifth Harmony e quando foi dada a chance, ela mastigou o cenário como um ator antigo. (Escute ela no bridge de “Write on Me.”) Suas performances em duetos que lançaram ela como uma candidata a carreira solo – a faixa “I Know What You Did Last Summer” e “Bad Things” com Machine Gun Kelly – beira em histriônico, e não é uma coisa ruim; a intensidade emocional de seu canto compensa o volume e densidade da faixa.

Camila brilha quando está claro e ventoso, dando a Cabello o espaço que ela precisa para cozinhar. “All These Years” e “Real Friends” são gentis e acústicas com uma pista de Jai Paul, e Cabello canta com uma delicadeza real sobre perder amor e solidão. (Os vocais que correm no meio de “All These Years” são lindos.) “She Loves Control” é uma declaração de missão para uma estrela que azedava em uma vida de grupo porque ela não podia “explorar sua individualidade”, e mostra que Cabello pode navegar no ritmo reggaeton com a mesma facilidade do que em “Havana“. Ela alterna sem esforço entre inglês e espanhol na brilhante “Inside Out“. São essas músicas que fazem do “Camila” um grande argumento de Cabello como uma força única, que pode despejar híbridos pop que se encaixam perfeitamente em um clima pop e uma mudança country.

Quando o álbum hesita, é porque perde um pouco a identidade. Seus roncos e soluços do novo single “Never Be The Same“, mas seu conceito de dependência em um amor-droga sugere uma escritora nova que tem espaço para expandir seu alcance. (Cabello trabalhou com uma produção liderada por Frank Dukes, mas sua escrita em cada música sugere notas férteis do seu celular). A faixa sobrecarregada “Consequences” – que parece uma tentativa de “Stay” da Rihanna – e “Something’s Gotta Give” levam o álbum para um rastejamento. E quando Camila mostra os tópicos do mundo pop, os resultados são variados. A faixa flerte “Into It” encontra um espaço doce entre algo como um diagrama Lorde-Carly Rae Jepsen-Ariana Grande, mas “In The Dark” é a faixa pop genérica que você pode esperar de estrelas com nota B e C. É um corte da Bebe Rexha.

Nenhuma dessas músicas são falhas miseráveis; meia década em um grupo como Fifth Harmony é um campo de treinamento pop, um que não ajuda mas te equipa com proficiência. Se elas são frustrantes, é porque se justapôs com vislumbres tentadores de uma próxima geração de estrelas, o tipo de artista com a presença e charme para carregar o pop para uma nova década. Talvez esse seja o maior elogio que você pode dar ao Camila: joga faíscas suficientes para justificar que esperávamos mais.

 

Fonte: Pitchfork

Tradução/Adaptação: Equipe CCBR

Camila Cabello lança o seu primeiro álbum solo: “CAMILA”!

12 jan 2018

Há pouco mais de um ano, a cantora e compositora Camila Cabello deixava o seu antigo grupo Fifth Harmony para seguir carreira solo. Foram cinco anos ao lado de suas ex companheiras Lauren Jauregui, Dinah Jane, Ally Brooke e Normani Kordei. No decorrer de sua carreira, Camila lançou duas músicas solo “I Know What You Did Last Summer” com o cantor Shawn Mendes e “Bad Things” com o rapper Machine Gun Kelly.

Logo após deixar o grupo, Camila queria apenas focar em seu trabalho e dar o que todos os seus Camilizers queriam: o tão esperado álbum solo.

No dia 14 de Maio de 2017 ela anunciou o “The Hurting, The Healing, The Loving” deixando os fãs cada vez mais ansiosos. Após 7 meses, Camila decidiu mudar o nome de seu primeiro álbum para CAMILA pois, segundo ela, o primeiro nome cogitado referia-se a uma antiga amizade que, aparentemente, não deu certo e ela queria seguir em frente sobre esse assunto: “Porque aqui é onde esse capítulo da minha vida acaba. Tudo começou com a história de outra pessoa e terminou no meu encontro comigo mesma”.

Foram longos meses de muito trabalho e noites mal dormidas para o álbum sair exatamente como Camila queria, mostrando suas composições e sentimentos mais profundos.

O CAMILA possui onze faixas, entre elas os singles “Havana” e “Never Be the Same”. Você pode ouvir todas aqui:

The Guardian UK faz seu review do “CAMILA”.

12 jan 2018

Camila Cabello: Review do CAMILA – Hitmaker de Havana faz quebras parecerem fáceis.

Que girlband? A cantora que saiu do Fifth Harmony, contra todas as circunstâncias, realmente apareceu com coisas boas, de sentimentais baladas no piano ao animado reggaeton.

Para os críticos do picante momento quando uma manufaturada banda pop começou a dar errado. A rabugenta saída de Camila Cabello em 2016 do grupo que grupo proveniente do X-Factor US, gerou ricos frutos. Teve de tudo. Primeiro, o curioso som de um membro de uma banda pop manufaturada protestando que estar em uma banda pop manufaturada está sufocando sua capacidade de expressão própria, como se elas pensassem erroneamente que estavam entrando em um experimental quinteto de livre improviso ao longo dos versos do AMM. O curto período em que todos envolvidos começam a agir como se um membro de uma banda manufaturada acaba saindo é uma tragédia humanitária que deve ser prevenida a todo custo: de acordo com um reporte da Billboard, a gerência do Fifth Harmony fez de tudo, quase demandando uma missão de paz das Organizações das Nações Unidas, insistindo que a banda levasse um terapeuta na estrada e organizando algo referido como um “venha conhecer Jesus” com o CEO da Epic Records, LA Reid. A divertida batalha no entretenimento alcançou um novo pico quando Fifth Harmony performou ano passado no MTV VMAs com uma anônima figura de Cabello no palco, a qual imediatamente foi jogada do palco, como se tivessem usado uma snipper e lhe dado um tiro.

E finalmente, existe a tentadora expectativa de um álbum da que partiu amargamente, tocar no passado recente de maneira que Robbie Willians fez depois de sair do Take That. Em algum ponto, a estreia solo de Cabello estava indo para ser lançada sobre o título intencionalmente voraz “The Hurting, The Healing, The Loving”, enquanto uma faixa agendada para aparecer nele, chamada “I Have Questions”, deixava suas antigas companheiras de banda saberem em não incertos termos: “Por que você não liga? Eu dei tudo de mim.., Eu nunca deveria ter confiado em você”, etc…

Mas isso era antes de outra faixa, suavemente lançada como um single promocional, foi como uma supernova. “Havana”, com o apoio de Young Thug, brincava com as raízes cubanas de Cabello, com toques de pop latino atual tornou-se um daqueles singles que entram nos charts e com teimosia, recusa-se a sair: meses depois de ter surgido, ainda continua no top5. Foi um sucesso grande o suficiente para estabelecer Cabello como uma artista em seus próprios limites, não uma ex-membro de girlband, o que parece tê-la feito repensar seu álbum. O título foi mudado para “CAMILA” e é duro não se perguntar se o tom geral também mudou com ele. Certamente, “I Have Questions“, surdinamente desapareceu, e você procura quase em vão por qualquer coisa parecida. Só Real Friends bate com a descrição com seus versos que parecem com noites na estrada onde ela se sente sozinha.

Ainda assim, alguém desapontado pela falta de declarações amargas sobre a vida na girlgroup de Simon Cowell vai ser modificado pelo forte álbum pop que “CAMILA” é. Ele bate o ponto em menos de 40 minutos e seu tempo curto é algo estranho no meio das tendências que álbuns pop tem de durar 18 meses, cheios de aparições de convidados e várias tentativas para você experimentar tudo de uma vez. Somente a um pouco chata “Into It” parece o lugar comum entre outros pontos, tudo que Camila faz, ela realmente faz bem.

A produção é atraentemente discreta e esparsa, grande em guitarras acústicas e montagens fantasmagóricas de eletrônicas à deriva e vocais de apoio tratados. A balada de piano “Consequences” é um inesperado triunfo: evitando os melodramas comuns, o vocal de Cabello é controlado, delicado e afetante, enquanto o acompanhamento vagamente relembra, de todas as coisas, Asleep dos The Smith. As músicas na veia com toque latino de Havana, o balanço do reggaeton de “She Loves Control” e “Inside Out“, nunca soam como servis imitações, desesperadas para recapturar a mágica criadora de hits. E na verdade, a última música citada é uma das melhores coisas aqui. Fofa, mas charmosa, exala uma espécie de sinceridade soprosa, o que não é uma característica ruim, considerando que, como todas as faixas aqui, são manufaturadas envolvendo um vasto exército de compositores de aluguel.

Talvez encorajada pelo vasto sucesso de “Havana“, Cabello desenvolveu o hábito de transportar-se em seu álbum de estreia fosse de forma clara um anúncio pessoal descompromissado, livre de pressões que foram trazidos para fora pelo Fifth Harmony. Isso foi um pouco grosso. Cabello conseguiu um crédito pela composição em cada música, um raro acontecimento em seu antigo trabalho, entretanto “CAMILA” é claramente um álbum pop feito de maneira tradicional, de um comitê, com um olho sempre focado no comércio. O elenco de apoio apresenta todo mundo, da colaboradora de Ed Sheeran, Amy Wadge, até Ryan Tedder, e aqui está alguma coisa que todos estão falando sobre a crueldade com uma sucessão de músicas que falharam em vender cópias o suficiente e foram extraídas da tracklist final.

Isso não importa. Camila é um desses momentos em que a ideia do comitê encontrou ouro: inteligente o suficiente para evitar esconder as peculiaridades para perseguir as tendências, é um produto da fábrica pop que não soa o mais do mesmo.

Nota: 4 Estrelas, 80.

 

Fonte:  The Guardian

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR

The Telegraph UK faz seu review do “CAMILA”.

11 jan 2018

O álbum de estreia de Camila Cabello é pop com um pouco de salsa – Review.

Mesmo se você não ouviu algo sobre Camila Cabello, há grandes chances que você tenha ouvido o seu hit solo de estreia “Havana”. Uma fatia sensual de pop latino foi uma das músicas de 201,7 difícil de escapar e botou a cantora Cubana-America no topo das paradas nos dois lados do Atlântico.

Apesar de ter apenas 20 anos, Cabello já é uma veterana de reality TV, girl groups e colaborações. Ela fez parte do Fifth Harmony, um grupo montado por Simon Cowell na versão americana do X-Factor. Assim como muitos grupos manufaturados, Fifth Harmony aproveitou um razoável estranho e anônimo sucesso, as personalidades individuais das artistas se resumiram a uma fantasia atrevida.

Cabello (a mais talentosa vocalista do grupo) logo expressou suas ambições solistas, com aparições em colaborações com o ídolo pop Shawn Mendes e o rapper Machine Gun Kelly. Ela saiu do Fifth Harmony em 2016, acompanhada de relatórios conflituosos em relação a se ela “pulou” ou “foi empurrada”.

Porém, passar de ser parte de um grupo para o estrelato solo é sempre desafiador. O seu primeiro álbum, primeiramente agendado a ser lançado no ano passado, sob o suposto melancólico título “The Hurting, The Healing, The Loving“, foi retirado; recolhido com o despertar do sucesso de Havana. Finalmente o álbum aparece agora como “CAMILA“, a capa sensual insinuando uma mudança no coração sobre a melhor maneira de comercializá-la.

Os créditos revelam as equipes usuais por trás do grande pop intercambiável de hoje (com muitos como nove compositores em cada música). O que é surpreendente, devido a esta receita nos estúdios, é que ainda há um sabor nesse caldo.

A característica mais distinguível da Camila é uma linda leveza em seu toque. A bateria é discreta e regularmente ausente. O “tempo” continua resolutamente mediano. Não houve pressa para infundir influências caribenhas, com apenas toques de guitarras espanholas e batidas reggaeton em algumas músicas.

Também não há bombardeio de sintetizadores grossos. O espaço foi limpo para a arejada e alta voz de Cabello. O que não é típico para uma diva moderna, Cabello parece ter a intenção de exercer moderação. Ela pode fazer um tom baixo de Rihanna, mas sua especialidade é notas contendo respirações que flutuam; vibram em vez de soar gritantes. Apesar de ter sido mergulhada e processada através do autotune, sua voz transmite uma verdadeira intimidade.

Cabello teve sua participação na composição, e algumas músicas transmitem uma honestidade e vulnerabilidade encantadoras, talvez seja uma relíquia dos temas originais do álbum. Porém continua a existir um fosso entre a arte do pop comercial e a arte da composição confessional, e não há muita dúvida sobre qual foi priorizado no “CAMILA“.

Há, por exemplo, duas versões do seu novo single, Never Be The Same. Um melodrama sobre o amor viciante, a primeira versão contém a surpreendente imagem, “Nicotina, heroína, morfina, você é tudo o que eu preciso”. Porém na segunda versão, feita para as rádios, todas as referências às drogas foram removidas. Simon Cowell aprovaria isso.

NOTA: 3/5 estrelas, 60.

 

Fonte: The Telegraph UK. 

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.