TRADUÇÃO: Camila fala sobre sua vida e sucesso para a Vogue México.

02 mar 2018

Onde está o coração de Camila Cabello?

A cantora cubano-mexicana goza do carinho de sua família e de milhões de fãs ao redor do mundo, mas seu coração está completo?

É a tarde após a entrega dos últimos prêmios Grammy, as redes proclamam Camila Cabello como a grande vencedora (por vários motivos) da noite. Seu primeiro momento seria com Kesha, Cindy Lauper, Bebe Rexha, Julia Michaels e Andra Day, o coro que levantou uma oração de encorajamento para o movimento #MeToo; depois, seguiria o discurso esperançoso dirigido aos Dreamers – inovação total; terminando com a apresentação do U2, a banda icônica que, como Camila, é a voz de uma geração.

Cinco e trinta em ponto, a produção da capa desta edição terminou na cidade de Nova York, então é hora de falar com a voz que conquistou o mundo.

Que momento ontem à noite com Kesha e a interpretação de “Praying”, que em espanhol significa oração. Camila, o que ou quem estão em suas orações?

“A nível pessoal, saúde, felicidade e minha família são os aspectos mais importantes. Em uma escala maior, mais tolerância e amor no mundo.”

Pessoalmente, acredito que nossa geração e os mais novos estão perdendo a fé em acreditar que podem alcançar seus sonhos. Qual a sua opinião?

“Honestamente, eu acredito que está acontecendo o contrário. Cada vez que dou uma olhada nas minhas redes sociais ou a internet, observo que os jovens estão cheios de fogo com o desejo de gerar novas ideias no mundo. Me faz feliz ver meus fãs — adolescentes de 14 ou 15 anos — que falam sobre o feminismo, o racismo e têm essa paixão por debater sobre isso, sinto que há um fogo interno neles que os leva a alcançar mudanças.

Falando de gerações, já dividiu o palco e experiências com grandes ícones da música (Cindy Lauper, U2, Elton John). Cada um deles se inspiraram na sua própria época e geração para escrever e interpretar suas músicas. Como descreve a geração que está dirigindo sua música?

“Sinto que a minha geração, desde cedo, está com uma imagem exposta de muita honestidade do que é o mundo. Com todos esses fatos que estão acontecendo (politicamente) no planeta, e como eu citei anteriormente, tudo está na internet, às vezes causando uma percepção da realidade mais fria do mundo, então eu sinto que a música que eles procuram trata-se de felicidade, esperança e força.”

Essas últimas palavras (felicidade, esperança e força) definem em uma boa parte os mexicanos, como suas raízes cubanas e mexicanas impactaram sua formação artística e pessoal?

“Uma grande parte da minha vida e personalidade é o resultado dessa cultura fascinante. Quando eu era criança, lembro que as músicas que eu escutava na minha casa eram canções românticas de Luis Miguel, Maná, Camila, Sin Bandera, Shakira e essas letras apaixonadas sobre o amor. Eu sempre tive uma obsessão com o romance, e muitas das minhas músicas falam sobre o amor, é o meu assunto favorito para compor. No estúdio de gravação, trabalhando com compositores americanos, apresentava a eles uma composição ou um conceito super dramático ou muito romântico, e eles diziam: “Oh não, não… É muito doce ou pegajoso.” No entanto, sinto que a música e a cultura com que cresci na minha casa afetaram quem eu sou agora, como eu me apaixono ou o meu jeito de ser com os outros. Você sabe como nós latinos somos, muito abertos, quentes, nós amamos contato físico e afeto. Definitivamente, esta mistura de culturas explica grande parte da minha personalidade. Quanto ao meu álbum, essa influência é ouvida de muitas maneiras.”

Este é um momento difícil para os latino-americanos e para aqueles que vivem nos Estados Unidos, então eu aplaudi o seu discurso no Grammy. Eu a parabenizo pela coragem que você mostrou ao falar sobre os “Dreamers”, o que levou você a fazer essa declaração?

“Primeiramente, obrigada. Em momentos como estes diante de uma injustiça, é quando você deve decidir entre manter o silêncio e olhar para o outro lado porque você não está sendo afetado, ou, fazer o certo usando sua plataforma para ajudar aqueles que estão sofrendo e sendo silenciados por um injustiça. Penso que o mundo seria melhor se fossemos mais solidários.”

Passando para outro ponto, e o sucesso de hoje, existe uma fórmula para alcançá-lo?

“A única fórmula que funciona é trabalhar duro e nunca desistir de seus sonhos, lembre-se de que nada é impossível se você realmente quiser.”

E qual é a sua definição de sucesso?

“Felicidade junto com o amor que vem das pessoas que estão à sua volta, sua família; Impulsionar suas paixões, torne-se a pessoa que você quer ser, faça mudanças com projetos que farão você sentir que está realmente vivo.”

Seja com pessoas que gostam de sucesso e fama, ou aqueles que são mais anônimos, os rótulos parecem condicionar a forma como nos apresentamos. No entanto, estamos em tempos de mudança e devemos eliminá-los, ser mais nós, sem qualificadores. Para você, foi difícil eliminar esses rótulos do passado?

“É definitivamente uma realidade que muitas pessoas enfrentam. No meu caso, sempre me lembro que essa vida é para mim, que no final do dia o que você tem é devido ao que você fez com o seu tempo, suas experiências, como você escolheu viver e o relacionamento que você estabeleceu com você mesmo. Às vezes, é difícil, mas essa é uma das razões pelas quais não entro na internet para saber o que pensam de mim… Não quero saber. Se eu sei os rótulos que colocaram sobre você ou o que eles pensam de mim antes de entrar em uma sala, eu não entraria porque seria assustador. Então, você se sente consumado pelo que as pessoas pensam sobre você e não tem tempo para falar com você e questionar o que você pensa de si mesmo, que é o que realmente importa. Uma das melhores lições que aprendi na minha vida e carreira é bloquear o ruído, e isso se aplica a qualquer situação: o que eles pensam sobre mim, minha música ou meu álbum, se eu estou em um relacionamento ou a pessoa com quem eu tenho um encontro que eles não gostam. Se você ouvir todas essas opiniões, não pode viver a sua própria vida e do jeito que deseja viver… Acreditar que esta é a minha vida e não me importar com o que pensam de mim, é a lição mais poderosa que aprendi.”

Finalmente, não podemos terminar sem falar sobre “Havana”, todos ouviram e dançaram, é o grande sucesso do ano passado e continua! Nas primeira linhas, cita: “Half of my heart is in Havana” (metade do meu coração está em Havana). Atualmente, onde está a outra metade do seu coração?

“Mmmm… Obviamente, a outra metade está no México!”

Fonte:  Vogue México

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

 

TRADUÇÃO: Camila fala sobre seu álbum de estreia para Coup de Main Magazine, NZ.

19 fev 2018

COUP DE MAIN: Nós amamos “Never Be The Same”! Encapsula perfeitamente aquela sensação de vertigem de se apaixonar. Você acha que o amor é a emoção humana mais forte?

CAMILA CABELLO: Obrigada! Eu realmente acho, acho que [o amor] controla tudo e, definitivamente, uma vez que ele se apodera de você, não há um sentimento maior, mas sinto que nem precisa necessariamente ser amor romântico. Pode ser amor entre amigos, amor entre sua família, amor por algo que você faz, pode ser amor que você sente quando entra em uma sala com pessoas com quem se sente segura e confortável, o amor pode ter muitas formas diferentes Mas definitivamente acho que é o mais poderoso.

CDM: Em ‘Something’s Gotta Give’ você canta sobre “emoções falsas” – o amor é a emoção mais difícil de fingir?

CAMILA: Sim, eu nunca poderia fingir isso. Sinto que machuca você fingir algo assim, sabe? E eu simplesmente me sentiria culpada.

CDM: Não há como sentir que seja certo mentir para alguém.

CAMILA: Com certeza.

CDM: “Ela ama o controle, ela quer do jeito dela / E não há como ela ficar, a menos que você desista”, e “não tente domar a tempestade”, são letras tão audaciosas, fortes e auto assertivas. Foi importante para você ter letras empoderadoras em seu álbum para suas jovens fãs?

CAMILA: Sim, absolutamente! A razão pela qual eu queria escrever uma música chamada “She Loves Control” é porque, antes de tudo, eu estava em um lugar na minha vida onde pela primeira vez eu estava [no meu] início dos anos 20 e você está tomando suas próprias decisões e vivendo sua vida da maneira que você realmente quer viver, e eu senti que eu tinha muito controle criativo. Eu tinha todo o controle sobre minha carreira, do meu tempo, dos meus dias, do que eu queria fazer, e era tão empoderador e eu me sentia tão bem e adorei a ideia de ter meninas jovens cantando com seus amigos “Ela ama o controle, ela quer do jeito dela”, e transformar nessa coisa poderosa que você decide quem você quer ser e como quer viver.

CDM: Se eu fosse uma menina mais nova, estaria tão feliz de ter alguém como você para me espelhar. Sinto que você empodera muito as meninas.

CAMILA: Isso é muito gentil! Obrigada, significa muito para mim. Sinto que quero tocar as pessoas. Música é algo que faço para mim mesma, é o que me faz feliz, mesmo que seja o que eu faço [como trabalho], ainda é meu hobby, então isso me faz feliz, mas quero inspirar as pessoas de maneira mais profunda do que só lançar músicas. Então sinto que é importante para mim… Eu realmente quero ajudar meus fãs.

CDM: “All These Years” aborda um sentimento tão universalmente relacionável – ainda manter um sentimento por alguém que pode sequer se lembrar que você existe. Como você consegue encerrar esses tipos de sentimentos e passar para a fase de ‘cura’?

CAMILA: Bem, sinto que às vezes também depende da sua situação, porque percebi que antes disso às vezes esses sentimentos que eu achava que tinha por uma pessoa podem ter sido romantizar o passado só porque estou sozinha agora, e às vezes você tem que se perguntar, ‘O que você realmente sente?’. Ou às vezes você meio que foge para essa ilusão, para algo que não é real, talvez para se proteger do presente e de algo que poderia ser real. Acho que você tem que se perguntar e avaliar, ‘Eu ainda sinto algo por essa pessoa?’. E se realmente realmente sentir, acho que é importante dizer, porque a vida é muito curta. Você já assistiu “Sex And The City”?

CDM: Alguns episódios, mas não fiz maratona de tudo.

CAMILA: Bem, Miranda e Steve, eles perdem tanto tempo porque se amam tanto. Ambos são um casal com outra pessoa e são tão obcecados um com o outro e ela leva uma eternidade para falar tipo, ‘Steve, eu te amo’, e eles desperdiçam tanto tempo, poderiam ter feito isso 10 episódios atrás e a vida é muito curta para não dizer o que você tem que dizer sobre pessoas.

CDM: Amo quanto a série te afetou.

CAMILA: Afetou mesmo! Acho que a pior coisa que pode acontecer é eles tipo, ‘Oh, eu não te amo mais, não me sinto mais da mesma forma’. Aí você tipo, ‘Bem, ok. Bom saber’. E segue com a sua vida.

CDM: O que passava na sua cabeça enquanto escrevia a música ‘Consequences’?

CAMILA: Basicamente, como essa música aconteceu foi… Ed Sheeran, que é meu correspondente por e-mail!

CDM: Sério?

CAMILA: Sim, eu sei! Loucura! Ele me apresentou a uma garota, Amy Wadge, com quem escreveu ‘Thinking Out Loud’ e nos colocou em contato e basicamente me introduziu ao conceito de “Consequences” e adorei, então sabia que queria no meu álbum. Trabalhei [na música] e senti tão profundamente… Essa música me remete a uma experiência na minha vida em que tipo “Never Be The Same”… É como uma sequência de “Never Be The Same”. Sinto que muitas das músicas poderiam estar em uma história, e todas as diferentes fases, e acho que ‘Consequences’ é a sequência de um amor que era intoxicante assim e é difícil de tirar da sua mente, ou do tipo de amor que você compara com todos e não é a mesma coisa.

CDM: Você explora muito esse tema no seu álbum.

CAMILA: Sim, exploro!

CDM: Parece muito honesto e genuíno.

CAMILA: Obrigada!

CDM: Em ‘Real Friends’ o verso, “Essa cidade de papel me decepcionou muitas vezes” é uma referência ao livro do John Green, ‘Cidades de Papel’?

CAMILA: Sim! Eu percebi isso quando escrevi o verso e gostei de qualquer forma. É sobre L.A. [Los Angeles] e esse humor em que eu estava enquanto escrevia o álbum, foram algumas coisas que aconteceram em sequência que me fizeram tipo, ‘Não quero mais tentar nessa cidade!’.

CDM: É, L.A. te desgasta.

CAMILA: 100%. Então me cansei de me decepcionar, e ‘cidade de papel’ parecia o jeito certo de descrever porque parecia um pouco vazia e falsa para mim, tipo unidimensional. E esse é um tema comum no álbum também, “In The Dark” tem essa vibe que sou praticamente uma hater de L.A. no meu álbum.

CDM: Como se sente [sobre L.A.] agora? Sente-se melhor?

CAMILA: Sinto que encontrei boas pessoas agora, então me sinto um pouco melhor, mas ainda não adoro.

CDM: Às vezes, parece que quando você fala com pessoas em L.A. tudo o que eles querem é saber que estão no seu telefone e isso é tudo o que querem.

CAMILA: Tipo, conseguir alguma coisa, ou saber o que está fazendo! Tipo, ‘O que VOCÊ está fazendo?’ Também acho que não há energia mágica aqui. Sinto que tem isso em Nova York, eu amo Nova York.

CDM: Fui a Nova York uma vez e senti que era tanta coisa, só queria ir para casa.

CAMILA: Eu sei, isso pode acontecer com certeza. Algumas pessoas dizem isso, mas, para mim, é mágica. Mas sinto que gosto de estar em um lugar que tenha mais energia ou mais coisas acontecendo do que no meu corpo. [risos]

 

CDM: O seu título original do álbum ‘The Hurting, The Healing, The Loving’ foi uma referência ao livro “Milk and Honey” de Rupi Kaur. Você teve outras influências literárias no álbum? Quais livros você está lendo atualmente?

CAMILA: Rupi Kaur é incrível, eu a amo. Na verdade, eu dei o livro ‘The Sun And Her Flowers’ para minha avó e minha avó adora. Minha avó é uma velha senhora cubana que fala espanhol; eu a amo. Eu gosto muito de Lang Leav, uma vibe similar. Eu amo Pablo Neruda. Adoro a poesia de amor! Eu tenho lido “Love In The Time of Cholera” há muito tempo, mas não terminei. É de um autor colombiano, seu nome é Gabriel García Márquez e é como uma história de amor clássica. É basicamente sobre duas pessoas que se apaixonam de longe quando têm 16 [anos] e esse cara, tudo que ele faz em sua vida gira em torno dela – tipo, ele consegue empregos específicos ou vai a lugares específicos apenas para encontrar-se com ela ou entrar em contato com ela, porque ele é pobre e ela é tipo da elite… Estou descrevendo da maneira mais não poética, a maneira mais moderna de descrevê-lo. Não consigo lembrar de que período é, mas é antigo. Seu pai quer que ela se case com um cara rico que está no mesmo nível social e ele está apaixonado por ela e ela se casa com esse cara rico, mas ela sempre… Estou na parte em que eles estão velhos, têm tipo 60 anos agora! É bem fofo.

CDM: Você é tão focada no amor! Mas é uma forma difícil de viver.

CAMILA: É mesmo! Na verdade, não sou [focada no amor] tanto quanto era antes. Antes, eu era tipo ‘Oh, quero me apaixonar, quero isso, e quero amor na minha vida,’ porque fiquei solteira por muito muito muito tempo. Digo, ainda meio que estou [solteira], mas não tanto… Eu estava solteira ao ponto de nem falar com ninguém, tipo nada, só morta por muito tempo, mas percebi como é legal e importante ficar sozinha. É importante você tirar um tempo para si e descobrir quem você é e o que você quer, porque aí quem quer que venha na sua vida, você não é “influenciada” por isso e ainda é você. Quando eu era mais nova, era mais difícil ser assim, e acho que agora, por eu ter passado tanto tempo sozinha, não importa com quem eu saia, sempre sou eu mesma e não importa [com quem eu esteja]. Acho que um tempo sozinha é definitivamente importante.

CDM: A próxima pergunta é do Matt Beckley, que trabalhou com você no seu álbum: Foi importante para você estar muito envolvida no processo de escrever o álbum? Acha que o sucesso dele reflete a quantidade de si mesma que você coloca nas músicas, ao contrário de somente cantar músicas enviadas para você já prontas?

CAMILA: Eu amo ele! Espera. Como fizeram isso?

CDM: Eu o conheço, conheço um amigo dele que está na mesma banda.

CAMILA: Você é tão legal! Você é uma pessoa tão legal, tipo gentil. Estou obcecada por ele. Eu o amo muito. Ele é a pessoa mais gentil e está sempre me mandando mensagens. É o melhor e o amigo que mais dá apoio. Acho que as pessoas não são idiotas e conseguem saber quando algo é manufaturado e dado a você, e sabem quando há coração e sabem quando algo é ‘você’ e quando algo é ‘a gravadora’ – as pessoas conseguem saber. Eu conseguia saber, foi o que me fez ser fã das pessoas que sou fã e o que me faz não ter interesse em outras pessoas, então acho que isso definitivamente desempenha um papel pelo menos no porquê de meus fãs estarem gostando das músicas, é porque me conhecem e sabem que a garota que está dando essa entrevista a você é a mesma garota que está nas músicas. Torna as coisas reais e realidade é tudo.

CDM: Você tem planos de voltar à Nova Zelândia com turnê do seu álbum solo?

CAMILA: Eu amo a Nova Zelândia! Eu adoraria [voltar], comi comidas ótimas lá, mas queria ir à praia – queria ir às praias famosas do ‘Senhor dos Anéis’!

CDM: Por último, seus fãs queriam que perguntássemos, você se sente feliz, saudável e hidratada?

CAMILA: Eu os amo! E sim, não e não. Quero dizer, estou saudável, mas ando comendo bem mal ultimamente.

 

Fonte: Coup de Main Magazine

Tradução e Adaptação: Equipe CCBR.

Camila Cabello anuncia datas de sua primeira turnê solo: Never Be The Same Tour.

14 fev 2018

Após o sucesso estrondoso do seu primeiro álbum “CAMILA”, o qual alcançou a #1 posição na Billboard Hot 200, Cabello anuncia as datas de sua primeira turnê solo.

Hoje (13) através do seu Twitter, Camila compartilhou os locais em que passará com a “Never Be The Same Tour”. Por enquanto, foram divulgadas apenas as datas para os shows na América do Norte e Europa. O primeiro show acontecerá em Vancouver, no Canadá, no dia 9 de Abril. A pré-venda dos ingressos começa amanhã e a venda oficial nesta sexta-feira (16).

Vale ressaltar que Camila irá doar parte proveniente das vendas dos pacotes VIP de seus shows para Children’s Health Fund, uma ONG que apoia programas de assistência médica básica a crianças carentes.

Camila Cabello divulga prévia do clipe de “Never Be The Same”.

09 fev 2018

Há quase um mês do lançamento do seu primeiro álbum solo, ‘Camila’, e depois de todo o sucesso de “Havana”, Camila Cabello já tem sua mais nova aposta para ser o seu segundo single: “Never Be The Same”.

Depois de ter lançado um vídeo – tendo a música como trilha sonora – fazendo uma retrospectiva do seu primeiro ano de carreira solo como forma de homenagear e agradecer aos fãs, a cantora divulgou nas suas redes sociais hoje (09) uma prévia do videoclipe, que parece estar próximo de ser lançado, apesar de não ter divulgado nenhuma data para o lançamento.

Confira a prévia divulgada pela própria Camila:

Com “Havana”, Camila Cabello ganha certificado de Diamante no Brasil.

07 fev 2018

O sucesso que Havana tem alcançado ao redor do mundo é inegável. O smashit de Camila Cabello alavancou a carreira solo da cantora a um patamar mundial e, aqui no Brasil, a aceitação do primeiro single da cubana foi tão grande que a música recebeu um certificado de Diamante no país.

Na manhã de hoje (07), a Sony Music – gravadora da Camila – divulgou por meio das suas redes sociais a nova conquista da cubana. O certificado de Diamante equivale a 160 mil unidades vendidas, incluindo streamings.

Havana – música que integra o primeiro álbum de Cabello, “CAMILA” – já tem três certificados de platina nos Estados Unidos, o equivalente a 3 milhões de unidades vendidas por lá.

Camila Cabello faz performance no programa Music Station, Japão

02 fev 2018

Camila Cabello está mesmo se consolidando como uma artista mundial. Prova disso é sua presença no Japão. Depois de chegar causando euforia de fãs no aeroporto, ela foi a TV do país para fazer uma performance do seu hit “Havana” no programa “Music Station”.

Music Station (ミュージックステーション?) é um programa de televisão musical japonês. Iniciou a ser transmitido em 24 de outubro de 1986 e continua a ser exibido semanalmente na TV asahi.

Toda a produção foi inspirada na capital de Cuba, agregando todo o clima que a música já passa! Assista:3018