NME faz seu review do “CAMILA”

08 jan 2018

O site britânico NME postou na manhã de hoje (8) seu review do “Camila”, em que deu 4 de 5 estrelas para o álbum. Confira a matéria traduzida abaixo:

A ex-integrante do Fifth Harmony absolutamente arrasa no seu debut álbum.

Quando Camila Cabello anunciou seu álbum debut em Maio, ela o nomeou “The Hurting. The Healing. The Loving.” Cabello, que saiu da girlgroup americana Fifth Harmony em Dezembro, disse que em seu trabalho solo iria dizer “A história da minha jornada da escuridão para a luz, de um tempo quando eu me perdi e quando me encontrei novamente”. Mas, meses depois, uma música pop de influência latina que lançou com cautela como “single promocional” se tornou um inesperado smash: ‘Havana’ passou cinco semanas no primeiro lugar antes de finalmente ser derrubada por Ed Sheeran. Talvez em resposta ao sucesso, o álbum de Cabello chega mais tarde do que o originalmente planejado, com um título menos melodramático: ‘Camila’.

Embora “escuridão para luz” não esteja óbvio na história, ‘Camila’ definitivamente tem momentos mais dramáticos do que a romântica ‘Havana’, que recebeu o nome da cidade cubana onde ela nasceu. “Você é bom em me fazer me sentir pequena”, ela canta em ‘Something’s Gotta Give’, uma surpreendente direta música de separação. Com minimalistas sons de piano, a balada “Consequences” soa um pouco mais sincera: ela fala ao antigo parceiro que “amar você era burrice, obscuro e desprezível”, e ela continua “perdi um pouco de peso, porque eu não estava comendo”. É bem distante do seu maior hit no Fifth Harmony “Work From Home”, que era basicamente sobre sair mais cedo do trabalho para fazer sexo.

Deve ter sido tentador para Cabello e os produtores, incluindo um dos colaboradores de Kanye West, Frank Dukes, tentar copiar Havana um pouco demais, mas eles utilizaram com moderação as tendências sonoras latinas e caribenhas. “She Loves Control” tem guitarras hispânicas e elegantes batidas de reggaeton, enquanto “Inside Out” apresenta fortes instrumentais e uma menção à criação de Cabello no “sul de Miami”. Nas outras músicas, Cabello tenta de tudo, do estilo Ed Sheeran no pop acústico “All These Years” e “Real Friends” ao bombástico eletrônico em “Never Be The Same”. Bizarramente, a última aparece duas vezes, a segunda vez em um levemente diferente “single edit”.

Fato é, Cabello apenas falhou em ter lançado “In The Dark”, uma fraca junção dos recentes hits de Lana Del Rey e Kesha. Mas não foi o suficiente para estragar a forte e surpreendentemente confiante primeira impressão.

Fonte: NME
Tradução/Adaptação: Equipe CCBR.

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